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Itaú Unibanco anuncia Diogo Guillen, ex-BC, como novo economista-chefe: entenda a transição e o legado de Mário Mesquita

Itaú Unibanco confirma Diogo Guillen como novo economista-chefe a partir de julho

O Itaú Unibanco confirmou oficialmente a nomeação de Diogo Guillen para o cargo de economista-chefe da instituição financeira. A transição, que já havia sido antecipada, prevê a posse de Guillen em 1º de julho, após a conclusão de um período de quarentena.

A notícia representa um reforço importante para a área de análise econômica do banco, trazendo um profissional com passagens de destaque pelo setor público e privado. Guillen chega para assumir um papel crucial na definição e comunicação das estratégias macroeconômicas do Itaú.

A mudança sinaliza uma continuidade na busca por excelência em suas projeções e análises, consolidando a reputação do banco no mercado. O novo economista-chefe traz consigo uma bagagem considerável para liderar a equipe.

Conforme informação divulgada pelo próprio banco, Diogo Guillen é formado pela PUC-Rio e possui doutorado pela Universidade de Princeton. Sua trajetória inclui uma atuação como diretor de política econômica do Banco Central (BC) entre os anos de 2022 e 2025.

Experiência consolidada no Banco Central e no Itaú

Antes de sua atuação no Banco Central, Guillen já possuía vínculos com o Itaú. Entre 2015 e 2021, ele trabalhou na área econômica da Asset do Itaú, acumulando experiência valiosa no setor de gestão de ativos e análise financeira.

Essa combinação de vivências, tanto no ambiente regulatório quanto na gestão de investimentos, confere a Diogo Guillen um perfil completo para liderar a área econômica do banco. Sua visão abrange tanto os aspectos macroeconômicos quanto suas implicações práticas no mercado financeiro.

Mário Mesquita se despede do cargo de economista-chefe

Diogo Guillen sucederá Mário Mesquita, que ocupa a posição de economista-chefe do Itaú Unibanco desde julho de 2016. Mesquita deixará a função executiva ao final de abril, encerrando um ciclo importante na liderança da área.

Apesar de deixar o comando, Mário Mesquita continuará prestando serviços ao banco como consultor. Sua contribuição será fundamental para representar as funções macroeconômicas do Itaú durante o período de transição e além, garantindo a continuidade do conhecimento e das estratégias.

Legado de Mário Mesquita e o futuro da análise econômica no Itaú

Em comunicado enviado à imprensa, o Itaú Unibanco reconheceu a importância da gestão de Mário Mesquita. O banco destacou que ele “desempenhou papel central no fortalecimento da reputação do Itaú em análises econômicas, liderando a consolidação do time de macro e a reestruturação do Research”.

A saída de Mesquita marca o fim de uma era, mas a chegada de Diogo Guillen promete dar continuidade ao trabalho de excelência. A expectativa é que a expertise de Guillen contribua para manter o Itaú na vanguarda das análises econômicas e projeções de mercado.