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Balanços 2T26: Itaú, Bradesco, Gerdau e Eneva Revelam Resultados; Veja Ações Para Ficar de Olho!

Temporada de Balanços 2T26: Giants Financeiros e Industriais Divulgam Resultados; Entenda o Impacto nas Ações

O mercado financeiro está em polvorosa com a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026. Grandes nomes como Itaú Unibanco, Bradesco e Gerdau apresentaram seus números, oferecendo um panorama crucial sobre o desempenho das empresas e o rumo da economia.

A temporada de balanços segue a todo vapor, trazendo à tona o desempenho de companhias de diversos setores. Analistas e investidores aguardam ansiosamente por esses dados para tomar decisões estratégicas sobre seus portfólios de ações.

Com informações divulgadas nesta quarta-feira (5), o radar corporativo destaca as divulgações que podem influenciar diretamente o comportamento das ações nos próximos dias. Acompanhe os principais desdobramentos e saiba quais empresas merecem sua atenção.

Itaú Unibanco e Bradesco: Lucros Robustos em Meio a Expectativas

O Itaú Unibanco (ITUB4) encerrou o segundo trimestre de 2026 com um lucro líquido gerencial de R$ 12,4 bilhões, um resultado ligeiramente abaixo das expectativas de R$ 12,5 bilhões compiladas pela LSEG. Apesar disso, o desempenho reforça a solidez do banco no cenário financeiro.

Já o Bradesco (BBDC4) também figura entre as empresas que apresentaram seus resultados nesta quarta-feira, com dados que serão analisados de perto pelo mercado. A expectativa é que o balanço do banco ofereça insights sobre sua performance e estratégias futuras.

O Banco Mercantil do Brasil (BMEB4) anunciou a aprovação do pagamento de Juros Sobre Capital Próprio (JCP) referentes ao primeiro semestre de 2026, totalizando R$ 189,5 milhões. Este valor se traduz em R$ 1,488662 por ação ordinária e R$ 1,637527 por ação preferencial, um atrativo para os acionistas.

Gerdau e CBA: Indústria Siderúrgica e de Alumínio em Alta

A Gerdau (GGBR4) surpreendeu positivamente, registrando um lucro líquido ajustado de R$ 1,5 bilhão no segundo trimestre, um aumento expressivo de 69,7% em relação ao ano anterior e em linha com as projeções do mercado. O resultado operacional medido pelo Ebitda ajustado também apresentou crescimento, alcançando R$ 3,4 bilhões.

A CBA (CBAV3), por sua vez, divulgou um lucro líquido de R$ 410 milhões no segundo trimestre de 2026, revertendo o prejuízo de R$ 73 milhões do mesmo período de 2025. O desempenho foi impulsionado pelo preço recorde do alumínio na LME, que atingiu US$ 3.571 a tonelada, uma alta de 46% na comparação anual.

Outras empresas como a CSN Mineração (CMIN3) e a Klabin (KLBN11) também apresentaram seus balanços. A Klabin registrou lucro líquido de R$387 milhões no segundo trimestre, inferior aos R$585 milhões do mesmo período do ano anterior.

Varejo e Energia: Desempenhos Mistos e Novidades Regulatórias

No setor de varejo, a C&A (CEAB3) apresentou um lucro líquido ajustado de R$130,1 milhões, um avanço de 4,3% em relação ao ano anterior, embora o Ebitda ajustado tenha sofrido uma leve queda de 0,6%. A RD Saúde (RADL3) demonstrou força com um lucro líquido ajustado de R$432,7 milhões, alta de 7,4%, e um Ebitda ajustado de R$1 bilhão.

Em contrapartida, o GPA (PCAR3), dona dos supermercados Pão de Açúcar, registrou um prejuízo líquido de R$ 204 milhões, um aumento de 15,5% no resultado negativo. Contudo, o Ebitda ajustado apresentou crescimento de 7,3%. A Tenda (TEND3), apesar da queda de 12,2% no lucro líquido consolidado, superou as expectativas do mercado e elevou suas projeções para 2026.

No setor de energia, a Eneva (ENEV3) recebeu autorização da ANEEL para o início da operação comercial da UTE Azulão I, um marco importante para a companhia. A Taesa (TAEE11) também informou sobre a liberação de energização de subestação e linha de transmissão pela ONS.

Outras Companhias em Destaque e o Que Esperar

A PRIO (PRIO3) divulgou um lucro líquido impressionante de US$ 413,3 milhões no segundo trimestre, um salto de 169% em relação ao ano anterior, com Ebitda recorde de US$ 847,1 milhões. A Vulcabras (VULC3), por sua vez, apresentou um lucro líquido recorrente estável, com queda de 0,84%, totalizando R$ 143,7 milhões.

A Iguatemi (IGTI11) reportou um lucro líquido consolidado de R$ 135,1 milhões, uma queda de 35,4% em relação ao mesmo período de 2025, com Ebitda de R$ 292,2 milhões. A Copel (CPLE6), Engie Brasil (EGIE3), TOTVS (TOTS3), Smart Fit (SMFT3), Auren (AURE3), Brava Energia (BRAV3) e Vivara (VIVA3) são outras empresas cujos resultados foram divulgados ou aguardados para esta quarta-feira, compondo um cenário dinâmico para os investidores.

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