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Bolsonaro na UTI: Ex-presidente está estável, já se alimenta e respira com ajuda mínima; veja detalhes da recuperação

Jair Bolsonaro apresenta melhora na UTI, mas equipe médica monitora função renal

O ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde a última sexta-feira (13) no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma broncopneumonia aguda respiratória, demonstra sinais de recuperação. Ele já se alimenta pela boca, com uma dieta pastosa, e a necessidade de suporte respiratório foi reduzida.

Apesar da evolução positiva, a equipe médica que acompanha Bolsonaro segue atenta a um quadro de piora na função renal, considerado normal para o diagnóstico e com expectativa de duração de pelo menos mais 24 horas. A broncopneumonia foi causada por gastroparesia, uma condição de digestão lenta agravada por alimentação inadequada.

O ex-presidente deu entrada no hospital com sintomas como calafrios, falta de ar e cansaço extremo. Ele está recebendo antibióticos devido a cirurgias intestinais prévias e necessita de 2 litros de oxigênio por minuto, administrados por cateter nasal, sem a necessidade de entubação.

Melhora no quadro respiratório e alimentação

A principal notícia positiva é que Jair Bolsonaro já consegue se alimentar pela boca, com uma dieta pastosa. Isso representa um avanço significativo em relação ao período de jejum que ele necessitou cumprir durante os primeiros dias de hospitalização. A melhora na sua capacidade de ingestão oral é um indicativo importante de estabilidade do quadro geral.

Suporte respiratório e monitoramento renal

No que diz respeito à respiração, Bolsonaro ainda necessita de auxílio, mas a situação é menos crítica. Ele está recebendo 2 litros de oxigênio por minuto através de um cateter nasal, o que dispensa a necessidade de intubação. Essa medida demonstra que seus pulmões estão respondendo ao tratamento, embora ainda exijam suporte.

Contudo, a equipe médica alertou para uma piora na função renal, um sintoma que pode ser normal em casos de broncopneumonia aguda aspirativa, como o diagnosticado em Bolsonaro. Essa condição, que afeta a capacidade dos rins de filtrar o sangue, deve persistir por mais um dia, segundo as previsões. O acompanhamento rigoroso dessa função é crucial para a recuperação completa.

Causa da hospitalização e tratamento

A internação de Jair Bolsonaro foi motivada por uma broncopneumonia aguda aspirativa, resultado de uma gastroparesia, que é a lentidão no esvaziamento do estômago. Fatores como alimentação pesada ou mal mastigada antes de dormir agravaram o quadro. Devido a cirurgias intestinais anteriores, o ex-presidente está em tratamento com antibióticos para combater a infecção.

O que é gastroparesia e broncopneumonia

A gastroparesia é uma condição crônica que afeta os músculos do estômago, dificultando o seu esvaziamento. Isso pode levar a sintomas como náuseas, vômitos, saciedade precoce e dor abdominal. No caso de Bolsonaro, a condição foi agravada por hábitos alimentares, culminando na aspiração de conteúdo gástrico, o que desencadeou a broncopneumonia, uma inflamação nos pulmões.

A recuperação de Jair Bolsonaro segue em observação. A equipe médica mantém o monitoramento constante de seus sinais vitais e da resposta ao tratamento, visando sempre a sua alta hospitalar o mais breve possível, mas com a segurança de que a melhora é consolidada.