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Copa do Mundo 2026: França é favorita em projeções financeiras, mas economista com 100% de acerto aposta em surpresa

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Mercado financeiro aposta na França para a Copa do Mundo 2026, mas um economista com histórico impecável prevê zebra

A cada quatro anos, o mundo se prepara para a Copa do Mundo, um evento que transcende o esporte e movimenta a economia global. Com a proximidade do torneio de 2026, que será o maior da história com 48 seleções e sedes em três países, bancos, corretoras e economistas se debruçam sobre modelos para prever o campeão.

Essas projeções financeiras levam em conta não apenas o desempenho das equipes em campo, mas também o impacto econômico e o comportamento dos investidores. Afinal, o entusiasmo gerado por uma vitória pode impulsionar mercados, enquanto uma derrota pode gerar aversão ao risco.

Diversas instituições financeiras divulgaram suas apostas, com a França despontando como favorita em muitas delas. No entanto, um economista alemão com um modelo de previsão de 100% de acerto desde 2014 apresenta um cenário surpreendente para a Copa do Mundo 2026, conforme divulgado por fontes como a XP e o UniCredit.

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Modelos quantitativos apontam França e Espanha na liderança

A XP Investimentos utilizou 10 mil simulações baseadas no histórico de partidas para projetar a Copa do Mundo 2026. Neste modelo, a França surge como a grande favorita, com 9% de chances de título. Em seguida, aparecem Espanha (6,4%) e Argentina (6,1%).

O Brasil figura em quarto lugar nas projeções da XP, com 6% de probabilidade de ser campeão. O modelo também indica 93% de chances de o Brasil chegar às oitavas de final e 39% de alcançar as quartas. Caso chegue à final, as chances de título para a Seleção Brasileira sobem para 59%.

A Natixis, instituição financeira francesa, também coloca a França como favorita, com 26% de chances, seguida de perto pela Espanha (25%). O Bank of America, por sua vez, compilou pesquisas internas que indicam 40% de preferência pela França como campeã. Até mesmo a inteligência artificial Copilot da Microsoft, consultada pelo banco, apontou a França como vencedora.

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Um economista com 100% de acerto prevê zebra

Em contraste com o consenso geral, o economista alemão Joachim Klement, criador de um modelo econométrico que acertou 100% das previsões desde 2014, apresenta um palpite inesperado para a Copa do Mundo 2026. Klement desenvolveu seu modelo com base em indicadores econômicos, variações climáticas, PIB, tamanho da população, temperatura e ranking da FIFA.

Apesar do sucesso, Klement se mostra cético quanto à capacidade de previsões econômicas, mas insiste que seu modelo não deve ser levado a sério para apostas. Sua projeção para o Brasil é pessimista, prevendo uma eliminação para o Japão já no round de 32.

De acordo com Klement, as quartas de final teriam Japão, Holanda, Portugal e Alemanha. As semifinais envolveriam Holanda, Portugal, Alemanha e Inglaterra. A final seria entre Holanda e Portugal, com a Holanda sagrando-se campeã.

Goldman Sachs e 4intelligence apresentam outras perspectivas

O Goldman Sachs desenvolveu um modelo que considera histórico de equipes e fatores geográficos, apontando a Espanha como favorita para vencer a Copa do Mundo 2026, com 26% de chances. A França aparece em segundo lugar com 19%, seguida pela Argentina com 14%. Neste modelo, o Brasil é visto com otimismo, aparecendo em quarto lugar com 8% de chances de título.

A consultoria 4intelligence também aposta na Espanha, com 11,05% de chances de título, seguida pela França com 10,85%. O Brasil aparece em sexto lugar, com 5,03%. O modelo da 4intelligence considera informações sobre os jogadores convocados.

O UniCredit, em seu relatório, contraria a maioria, prevendo que Espanha e França não conquistarão o título. O banco italiano aposta em um confronto entre Argentina e França na final, com a Argentina vencendo novamente. O modelo do UniCredit também projeta que Estados Unidos e Canadá, beneficiados por jogarem em casa, podem chegar às quartas de final, algo que poucas previsões consideram.

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