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Flávio Bolsonaro aciona Justiça e pede prisão de funcionário do Planalto por disseminação de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

A campanha do senador Flávio Bolsonaro protocolou uma notícia-crime contra um servidor da Presidência da República, acusando-o de propagar fake news em um caso envolvendo Nossa Senhora Aparecida.

O cenário político brasileiro ganha mais um capítulo tenso após a equipe jurídica do senador Flávio Bolsonaro tomar medidas drásticas contra um integrante do governo federal. A ação judicial busca responsabilizar um servidor por conteúdos disseminados nas redes sociais.

O foco da controvérsia gira em torno de postagens relacionadas ao episódio de Nossa Senhora Aparecida. O caso escalou rapidamente, levando a defesa do parlamentar a solicitar intervenções imediatas das autoridades competentes para conter a propagação de informações consideradas falsas.

Conforme informações divulgadas pelo Diário 360, a campanha do senador acionou o Ministério Público Eleitoral para protocolar o pedido de medidas cautelares contra o funcionário público.

Acusações contra George Marques

O alvo do pedido é George Marques, que atua como coordenador-geral de Estratégia e Informação da Presidência da República. Segundo a representação, o servidor teria incentivado seguidores a ignorar retratações de conteúdos já desmentidos.

A defesa alega que o funcionário não apenas compartilhou, mas também publicou críticas direcionadas a Flávio Bolsonaro e à Igreja Católica. O impacto das postagens teria sido amplificado pelo alcance de sua conta, que possui mais de 211 mil seguidores.

Medidas solicitadas pela defesa

Diante da gravidade apontada, a campanha solicitou a prisão preventiva de George Marques. Além disso, os advogados pediram a busca e apreensão de aparelhos eletrônicos utilizados pelo servidor para realizar as publicações.

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Outro ponto central do pedido é a suspensão cautelar das atividades de Marques nas redes sociais e no próprio serviço público. A defesa argumenta que a utilização da estrutura da Presidência para impulsionar desinformação exige uma apuração rigorosa.

Impacto da desinformação eleitoral

A equipe jurídica sustenta que, embora algumas publicações tenham sido apagadas posteriormente, o dano eleitoral já teria sido causado. A persistência em manter o conteúdo falso em circulação é o principal argumento para as medidas punitivas solicitadas.

O caso coloca em debate o limite da atuação de servidores públicos em plataformas digitais durante períodos eleitorais. A expectativa agora é que o Ministério Público Eleitoral avalie os fundamentos da denúncia para decidir sobre os próximos passos da investigação.

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