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Haddad Anuncia Saída da Fazenda na Próxima Semana e Aponta Durigan como Sucessor; Futuro em SP em Aberto

Haddad deve deixar Ministério da Fazenda na próxima semana, com Durigan cotado para assumir

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comunicou nesta terça-feira sua expectativa de deixar o cargo na semana que vem. A declaração foi feita a jornalistas na chegada ao ministério, gerando especulações sobre os próximos passos na condução da economia brasileira.

Haddad demonstrou confiança na sucessão, indicando que seu atual secretário-executivo, Dario Durigan, seria o nome mais provável para assumir o comando da pasta. Ele ressaltou, contudo, que a decisão final sobre a nomeação cabe ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

As articulações políticas para a eleição deste ano também foram tema de conversa, com Haddad confirmando diálogos com o presidente Lula sobre seu futuro político em São Paulo. A possibilidade de uma candidatura a governador do estado está sendo avaliada, mas ainda sem definição oficial. Conforme informação divulgada pelo próprio ministro, ele está estudando ao que concorrer.

Dario Durigan como possível substituto na Fazenda

Ao ser questionado sobre a possibilidade de Dario Durigan assumir a Fazenda, Haddad afirmou: “Eu acredito que sim”. Ele elogiou a relação de Durigan com o presidente Lula, destacando a “muita confiança” existente e o conhecimento profundo do ministério, já que atua na pasta há muitos anos. “É um grande gestor público”, completou o ministro.

Apesar de acreditar na capacidade de Durigan, Haddad fez questão de frisar que a escolha final é uma “prerrogativa do presidente anunciar”. A nomeação de um novo ministro da Fazenda é um movimento de grande impacto, e a escolha de um nome com experiência interna pode sinalizar continuidade nas políticas econômicas.

Futuro político de Haddad em São Paulo em discussão

Fernando Haddad também abordou sua situação política em relação às eleições de 2024 em São Paulo. Ele confirmou que está em conversas com o presidente Lula para alinhar os próximos passos, mas que “não está batido o martelo ainda” sobre uma possível candidatura a governador.

“Estamos estudando ao que concorrer, esse tipo de coisa. Vamos discutir”, disse Haddad, indicando que a decisão envolve uma análise cuidadosa das opções e do cenário político. Ele mencionou que o vice-presidente Geraldo Alckmin e a ministra do Planejamento, Simone Tebet, também participam dessas articulações.

O ministro enfatizou que a definição não se limita apenas à sua candidatura, mas também envolve a composição de um “bloco de pessoas” e um “grupo de pessoas que vai compor a chapa”. Haddad afirmou que está analisando “tudo isso com os cuidados devidos”, demonstrando a complexidade do processo de formação de alianças eleitorais.