Força aérea de Israel afirma ter lançado ampla onda de ataques no centro de Teerã, buscar dominar os céus sobre a capital, desmantelar a maioria dos sistemas de defesa e continuar enquanto houver alvos
A Força Aérea de Israel afirmou que realizou uma ampla onda de ataques no centro de Teerã neste domingo, e que busca dominar os céus sobre a capital iraniana após um ataque em grande escala que matou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei.
Os militares israelenses dizem ter desmantelado a maioria dos sistemas de defesa aérea no oeste e no centro do Irã, e anunciaram ataques contínuos para “abrir o caminho para Teerã”, enquanto identificam alvos militares e de produção, segundo as informações recebidas.
As informações sobre a operação e as consequências chegam por meio do material fornecido pelas fontes enviadas, que incluem relatos das autoridades israelenses e trechos divulgados pela mídia estatal iraniana, conforme informação divulgada pelas fontes enviadas.
Operação aérea e objetivos declarados
O porta-voz militar israelense, tenente-coronel Nadav Shoshani, disse aos repórteres que muitos alvos permaneciam, incluindo locais de produção militar-industrial, e declarou, “Temos os recursos e os alvos para continuar pelo tempo que for necessário”.
Segundo os comandos israelenses, a campanha aérea teve como objetivo principal neutralizar sistemas de defesa e abrir rotas para ataques mais profundos sobre a capital, embora Israel tenha afirmado que o envio de forças terrestres ao Irã “não estava sendo considerado”.
Vítimas, liderança e sequência de comando no Irã
A mídia estatal iraniana confirmou a morte do aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, afirmou que ele estava em seu escritório no momento do ataque, e afirmou que o ataque também matou sua filha, neto, nora e genro.
Além disso, a emissora Iran TV reportou que o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Abdolrahim Mousavi, foi morto nos ataques. Internamente, fontes disseram que o establishment iraniano buscará nomear um sucessor rapidamente para sinalizar estabilidade e continuidade.
Reações internacionais e declarações oficiais
O presidente russo, Vladimir Putin, descreveu a morte de Khamenei e de membros de sua família como um “assassinato ‘cínico’ que violou todas as normas da moralidade humana e do direito internacional”, conforme noticiado nas fontes recebidas.
A chefe da política externa da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que a morte de Khamenei foi “um momento decisivo na história do Irã” e disse que “o que virá a seguir é incerto”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou em rede social: “O Irã acaba de declarar que vai atacar com muita força hoje, mais forte do que nunca” e acrescentou, “É MELHOR QUE NÃO FAÇAM ISSO, PORQUE SE O FIZEREM, NÓS OS ATACAREMOS COM UMA FORÇA NUNCA ANTES VISTA!”
Risco de escalada e impactos regionais
O ataque e a morte de Khamenei elevaram temores de crescente instabilidade no Oriente Médio, com retaliações aéreas do Irã contra alvos no Golfo e interrupções significativas no tráfego aéreo regional, incluindo o fechamento de aeroportos importantes e relatos de explosões em cidades do Golfo.
Autoridades e analistas ouvidos nas fontes enviadas afirmam que, embora a perda de Khamenei represente um grande golpe, isso não significa necessariamente o fim imediato do regime clerical ou do domínio da Guarda Revolucionária sobre o país, e que a situação poderá provocar movimentos internos e pressões geopolíticas duradouras.
Relatos ainda indicam que duas fontes americanas e um funcionário norte-americano disseram que Israel e os EUA programaram o ataque para coincidir com uma reunião em que Khamenei estava presente, conforme as informações recebidas.