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Léo Prates e a PEC 6×1, se reelege com 103.794 votos, queda de 39.969 desde 2022, e vê risco para projeto de candidatura à Prefeitura de Salvador em 2028

Léo Prates conseguiu a reeleição para a Câmara dos Deputados em 2026, no entanto, a votação ficou bem abaixo do desempenho de 2022, numa surpresa para sua estratégia eleitoral.

O deputado, que ganhou destaque como relator da PEC 6×1, esperava capitalizar politicamente essa exposição entre trabalhadores, mas o resultado mostrou uma queda clara na preferência do eleitorado.

Os números concretos mostram a dimensão da perda e levantam dúvidas sobre o impacto na sua carreira, sobretudo em vistas à Prefeitura de Salvador em 2028, conforme informação divulgada pela Coluna Igor Gadelha.

Resultado e números

Conforme a Coluna Igor Gadelha, Léo Prates foi eleito em 2022 com 143.763 votos, e em 2026 obteve 103.794 votos, uma diminuição de 39.969 votos em relação ao pleito anterior.

Essa variação foi registrada mesmo após a ampla visibilidade política conseguida com a relatoria da PEC 6×1, aprovada na Câmara em maio, pauta de forte apelo entre categorias de trabalhadores.

Repercussão política

O recuo na votação contradiz a expectativa de que o protagonismo com a PEC 6×1 elevasse a popularidade de Prates, e agentes políticos já avaliam o efeito na articulação interna do grupo ao qual ele pertence.

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Analistas apontam que a perda de quase 40 mil votos pode reduzir o capital político do parlamentar dentro do Republicanos e entre aliados, diminuindo sua influência em negociações locais.

Impacto sobre planos eleitorais para 2028

A queda no número de votos pode atrapalhar os planos de Prates de vir a ser o candidato do grupo de ACM Neto à Prefeitura de Salvador em 2028, quando o atual prefeito, Bruno Reis, encerra seu mandato, conforme a Coluna Igor Gadelha.

O resultado coloca em discussão se a exposição em pautas nacionais, como a PEC 6×1, traduz-se em ganho de votos em bases locais, e tende a estimular ajustes na estratégia de Prates para os próximos anos.

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