A cabo da Polícia Militar do Maranhão, Juliana dos Santos Menezes, foi encontrada morta dentro de um carro na madrugada de quarta-feira, 7 de outubro, em Imperatriz, no interior do Maranhão.
Um empresário que estava no veículo com a policial é apontado como autor do disparo, e a dinâmica dos fatos está sendo apurada pela Polícia Civil do Maranhão.
As informações sobre a morte da policial Juliana foram divulgadas pela corporação e seguem em investigação, conforme informação divulgada pelo Metrópoles.
O que as autoridades informaram sobre o caso
Segundo a Polícia Militar do Maranhão, o empresário teria atirado contra a cabo Juliana, que morreu com um tiro na cabeça dentro do carro. Em seguida, o suspeito assumiu a direção do veículo e percorreu cerca de 200 metros até a BR-010.
Já na rodovia, a corporação informou que o homem teria efetuado um disparo contra si mesmo e, posteriormente, se envolveu em um acidente de trânsito. Não há detalhes divulgados sobre o atual estado de saúde do empresário.
Onde o crime ocorreu e como segue a investigação
O caso ocorreu em Imperatriz, e a apuração foi assumida pela Polícia Civil do Maranhão. A investigação vai buscar confirmar a motivação do crime, esclarecer a sequência dos disparos, e verificar possíveis testemunhas e imagens que ajudem a reconstruir os fatos.
Trajetória profissional da vítima e nota da corporação
A Polícia Militar do Maranhão informou que Juliana ingressou na corporação em 2017, e atualmente estava lotada no Núcleo de Atenção Psicossocial do 3º Batalhão de Polícia Militar, onde prestou serviços e se destacou pela dedicação, profissionalismo e compromisso com a segurança pública.
Em nota publicada nas redes sociais, a PM-MA declarou, “Neste momento de dor, a Polícia Militar do Maranhão expressa suas mais sinceras condolências aos familiares e amigos. Que a Cabo Juliana encontre paz e descanso eterno, e que seus entes queridos encontrem conforto diante desta irreparável perda“, declarou a PM-MA.
Próximos passos e o que se sabe sobre o suspeito
A Polícia Civil deve ouvir testemunhas, pedir perícias no veículo e analisar imagens da região da BR-010. A identidade do empresário suspeito foi mencionada pelas autoridades locais, e seu estado de saúde após o disparo e o acidente ainda não foi detalhado publicamente.
A morte da policial Juliana gerou comoção na corporação e entre colegas, e as apurações seguem para apontar responsabilidades e esclarecer completamente a dinâmica do crime.

