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Omã condena ataques e exige que Irã respeite a soberania dos Estados do Conselho de Cooperação do Golfo, e critica resposta iraniana contra vizinhos

Omã pede que Irã respeite a soberania dos Estados membros do Conselho de Cooperação do Golfo, e condena a escalada de ataques que atingiram países vizinhos e regiões próximas

O Sultanato de Omã pediu publicamente que o Irã respeite a soberania dos Estados, os princípios do direito internacional e as boas relações de vizinhança com todos os membros do Conselho de Cooperação do Golfo.

No mesmo comunicado, o governo omanense também condenou os ataques aéreos israelenses e norte-americanos contra o Irã, em meio à tensão regional crescente.

A declaração foi divulgada em nota oficial do Ministério de Relações Exteriores de Omã, conforme informação divulgada pelo Ministério de Relações Exteriores de Omã.

Posição oficial de Omã

Segundo o comunicado, o país reafirmou seu compromisso com o direito internacional e com a estabilidade regional, e chamou o Irã a respeitar a soberania dos Estados vizinhos.

Na nota, o governo reiterou preocupação com a resposta iraniana e suas consequências para os Estados do Golfo, em especial para a segurança coletiva.

Citação do comunicado

“O Sultanato de Omã rejeita e condena a resposta iraniana por meio de seus ataques e alvos no Reino da Arábia Saudita, nos Emirados Árabes Unidos, no Reino do Bahrein, no Estado do Catar, no Estado do Kuwait, bem como em alvos no Reino Hachemita da Jordânia e na República do Iraque”, informou um comunicado do Ministério de Relações Exteriores do país distribuído no X.

Contexto e possíveis impactos

A declaração de Omã surge em um momento de escalada, com ações e reações que podem afetar transporte, energia e segurança na região. Ao pedir que o Irã respeite a soberania, Omã busca reforçar limites do direito internacional e reduzir riscos de novos confrontos.

Analistas veem a posição como um esforço diplomatico para preservar a estabilidade entre os Estados do Conselho de Cooperação do Golfo, e para evitar que o conflito se amplie para outros países vizinhos.