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Paulo Rocha detido em Belém após confusão em casamento, acusado de agredir mulheres e provocar desordem, vídeos mostram contenção e ele publica pedido de desculpas

Ex-senador Paulo Rocha, superintendente da Sudam, foi detido após confusão em festa de casamento em Belém, acusado de agredir mulheres, vídeos mostram contenção e interação com policiais

O ex-senador e ex-deputado federal Paulo Rocha, atual superintendente da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia, foi detido no domingo, 11/10, durante uma confusão em uma festa de casamento em Belém.

Segundo relatos e imagens divulgadas nas redes sociais, o político foi apontado como autor de agressões contra mulheres e de provocar desordem no evento, situação que gerou contenção por parte de presentes.

Após a detenção, Paulo Rocha foi levado à delegacia, e imagens o mostram em atitude agitada enquanto conversava com policiais, ele admite ter se excedido, mas nega agressões diretas, conforme informação divulgada pelo Metrópoles.

O que mostram os vídeos e relatos

Vídeos que circulam nas redes sociais registram o momento em que Paulo Rocha é contido por pessoas que estavam no local, e, em outras imagens, ele aparece em clima tenso com policiais após a detenção.

Fontes informam que o político foi encaminhado à delegacia, e que a cena gerou questionamento entre convidados e autoridades presentes no evento.

Resposta e pedido de desculpas de Paulo Rocha

Na segunda-feira, 12/10, Paulo Rocha publicou uma mensagem nas redes sociais em que reconhece que se excedeu, mas nega ter agredido alguém diretamente.

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Ele escreveu, “Venho pedir desculpas públicas as companheiras! Reconheço que me excedi, mas não agredi ninguém diretamente. Minha esposa não estava no local. Tenho vida pública exemplar! Mas neste caso errei e me excedi! Por isso peço desculpas a todas e todos!”

Investigações e posicionamento das autoridades

A reportagem entrou em contato com a Polícia Civil, que não havia retornado até a publicação, segundo a mesma cobertura do Metrópoles. O espaço segue aberto para manifestações oficiais.

O caso deve ser acompanhado pelas autoridades locais, e eventuais testemunhas e imagens poderão ser usadas para esclarecer a dinâmica dos fatos envolvendo Paulo Rocha.

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