Um homem foi capturado em Niterói, acusado de armazenar e distribuir imagens de abuso sexual infantil, em operação coordenada entre polícias. A prisão reforça ações contra crimes digitais envolvendo crianças.
Ação de captura contou com troca de informações e levantamentos entre diferentes unidades policiais, que permitiram localizar o foragido no bairro Fonseca. O trabalho conjunto foi determinante para o cumprimento do mandado.
Após os procedimentos, o suspeito foi levado ao sistema prisional do estado, onde ficará à disposição da Justiça, conforme informação divulgada pela Polícia Federal (PF).
Operação e localização
A prisão ocorreu na tarde desta quinta-feira (8/10), quando agentes da Polícia Federal localizaram o homem no bairro Fonseca, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. A captura saiu depois de levantamentos e troca de informações entre a PF e a Polícia Civil.
Participaram da ação agentes do Grupo de Capturas da Delegacia da PF em Niterói e policiais da 77ª Delegacia de Polícia, responsável pela região. A abordagem foi feita no local onde o foragido estava escondido, sem registros de resistência durante a prisão.
Mandado e acusações
O suspeito era alvo de um mandado de prisão definitiva expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói, vinculada ao Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Ele responde por crimes relacionados a material envolvendo crianças.
Segundo as informações oficiais, os delitos atribuídos ao preso são armazenamento e compartilhamento de material com cenas de abuso sexual infantil, condutas que motivaram a expedição do mandado e a ação de capturem.
Encaminhamento e disposição da Justiça
Concluídos os procedimentos na delegacia, o homem foi encaminhado ao sistema penitenciário do Rio de Janeiro, onde permanecerá à disposição da Justiça. A PF informou que o caso segue sob investigação e que medidas processuais vão continuar.
Autoridades destacam a importância da cooperação entre instituições para localizar suspeitos foragidos em crimes digitais, e reforçam que investigações seguem em curso para identificar redes e coautores envolvidos em compartilhamento de material envolvendo menores.

