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Homem de 31 anos é preso em Águas Lindas por estupro de menina de 12 anos, DPCA investiga relatos de abusos enquanto vítima dormia na casa do pai

Uma adolescente de 12 anos contou a terceiros que sofreu abusos enquanto dormia na casa do pai, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

O suspeito, de 31 anos, foi detido pela Polícia Civil após representação pela prisão preventiva e pela expedição de mandado de busca e apreensão.

As informações sobre a prisão e os relatos da vítima foram divulgadas pela imprensa local, conforme informação divulgada pelo Metrópoles.

Prisão e medidas judiciais

Policiais da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, DPCA, deram cumprimento à prisão do homem em 16 de outubro, após autorização do Poder Judiciário.

A autoridade responsável representou pela prisão preventiva e pela expedição de mandado de busca e apreensão, medidas que foram cumpridas na data informada pela polícia.

O investigado permanece à disposição da Justiça, enquanto as investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos.

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Depoimento da vítima e contexto das denúncias

A menina relatou que os atos teriam ocorrido durante a madrugada, enquanto estava na residência do pai, e que situações semelhantes já teriam acontecido anteriormente.

Segundo o relato, ela não havia denunciado antes por medo, e decidiu contar a terceiros, o que motivou a abertura da investigação pela DPCA.

Andamento das investigações e próximos passos

A Polícia Civil informou que as apurações continuam para esclarecer todas as circunstâncias dos fatos, com a coleta de provas e oitiva de testemunhas.

Ao final da investigação, o caso será remetido ao Ministério Público para eventual oferecimento de denúncia, e o processo seguirá conforme as determinações da Justiça.

Atuação das autoridades e garantia de proteção

Casos envolvendo violência sexual contra crianças e adolescentes são apurados com prioridade pelas autoridades, e medidas protetivas podem ser solicitadas para resguardar a vítima durante o processo.

Familiares e a rede de proteção devem ser acionados para oferecer apoio psicológico e social à adolescente durante as diligências policiais e o trâmite judicial.

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