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Leilão de apartamento de Ana Hickmann fica sem lances pela segunda vez, imóvel de Perdizes avaliado em R$ 5,2 milhões e dívida de R$ 11,3 milhões

Segundo leilão judicial do apartamento ligado a Ana Hickmann em Perdizes terminou sem propostas, lance mínimo foi R$ 4,16 milhões, imóvel avaliado em R$ 5,2 milhões

O segundo leilão do apartamento vinculado a uma empresa da apresentadora Ana Hickmann, localizado em Perdizes, Zona Oeste de São Paulo, acabou sem lances novamente.

O imóvel, avaliado em R$ 5,2 milhões, já havia passado por uma primeira tentativa de venda forçada que também não recebeu propostas, e agora o caso segue com movimentações judiciais.

Conforme informação divulgada pela coluna Fábia Oliveira.

O que ocorreu nas duas tentativas de leilão

O primeiro leilão teve início em 15 de setembro e foi finalizado em 18 de setembro, sem nenhum lance. A segunda tentativa foi concluída em 8 de outubro e repetiu o resultado negativo.

Nos autos juntados ao processo pelo leiloeiro Mauro da Cruz, em 9 de outubro, consta a anotação “encerrado o horário (do leilão), não teve nenhum lance ou licitante”, o que formaliza o desfecho sem ofertas em ambas as oportunidades.

Detalhes do imóvel e do lance mínimo

O apartamento de alto padrão possui 251 m² de área privativa coberta, seis vagas de garagem e ampla área externa. A avaliação do bem foi fixada em R$ 5,2 milhões.

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Na segunda tentativa, o lance mínimo foi estabelecido em 80% da avaliação, ou seja, R$ 4,16 milhões, valor que não atraiu interessados no leilão eletrônico.

Origem da disputa e valor da cobrança

A ação de execução foi movida pela empresa Informação com Ênfase, Ice Propaganda Ltda, que cobra R$ 11,3 milhões da Hickmann Serviços Ltda e de Alexandre Bello Correa, ex-marido da apresentadora.

Segundo a apuração, o débito tem origem em um empréstimo firmado em setembro de 2023 para uma das empresas do ex-casal, que motivou a medida judicial de penhora e a tentativa de venda do imóvel.

Próximos passos na Justiça

Apesar do resultado negativo nos dois leilões, o imóvel não está automaticamente liberado, e o processo aguarda uma determinação da 33ª Vara Cível da Comarca de São Paulo sobre os próximos passos.

Dependendo da decisão judicial, o caso pode seguir para novas medidas, como nova tentativa de alienação, negociação entre as partes ou outras providências determinadas pelo juízo.

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