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Pais presos após criança com larvas na cabeça e bebê com marcas arroxeadas em Campos Lindos, distrito de Cristalina, Goiás, assistente social foi barrada

Caso em Campos Lindos, Cristalina, Goiás, envolve crianças em condições degradantes, relato de “bichos” no couro cabeludo e suspeita de omissão de cuidados, com investigação em curso

Uma família do distrito de Campos Lindos, em Cristalina, está sob investigação depois que agentes encontraram uma criança com larvas na cabeça e um bebê com marcas arroxeadas no corpo.

Segundo a apuração, a situação foi comunicada por uma profissional de saúde e, durante diligências, a Polícia Civil verificou sinais de omissão grave nos cuidados dos menores.

Os fatos foram informados pela Polícia Civil de Goiás, e as investigações seguem para apurar responsabilidades, conforme informação divulgada pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

Como o caso chegou ao conhecimento das autoridades

O caso começou a ser apurado após comunicação feita por uma profissional de uma Unidade de Pronto Atendimento, que relatou a presença de “bichos” na região lesionada do couro cabeludo de uma criança.

No dia seguinte à denúncia, policiais civis e representantes do Conselho Tutelar foram até a residência em Campos Lindos, distrito de Cristalina, para verificar a situação, conforme informou a PCGO.

Condições encontradas e medidas iniciais

Durante as diligências, uma das crianças apresentava ferimento no couro cabeludo com persistência superior a 30 dias, e outra, um bebê de aproximadamente 11 meses, tinha marcas arroxeadas nas costas.

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Os policiais relataram que, no imóvel, estavam ainda outras cinco crianças, e que os indícios apontavam para condições degradantes e omissão grave no cuidado, fatos que motivaram a prisão dos pais pelos agentes do Grupo Especial de Investigações Criminais, GEIC, com apoio do Conselho Tutelar.

Registros anteriores e cronologia dos atendimentos

A investigação também localizou registros anteriores de atendimentos do Conselho Tutelar relacionados à falta de vacinação e à frequência escolar irregular das crianças.

Segundo a PCGO, a mãe informou que o primeiro atendimento médico para o problema no couro cabeludo ocorreu apenas na terça-feira, dia 6/10, um dia antes da prisão dos pais, que ocorreu na quarta-feira, 7/10.

Próximos passos da investigação e possíveis desdobramentos

As autoridades informaram que a origem dos hematomas no bebê será esclarecida por meio de avaliação técnica e do avanço das investigações, e que os episódios serão apurados no decorrer da investigação, conforme a Polícia Civil de Goiás.

As medidas legais cabíveis foram iniciadas após a detenção dos pais, e o caso segue sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar e pela PCGO, com o objetivo de garantir a proteção das crianças e apurar responsabilidades.

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