Puma enfrenta críticas após terceira camisa rasgar em jogo da Copa do Mundo
Um incidente inesperado marcou a partida entre Escócia e Marrocos nesta sexta-feira, válida pela Copa do Mundo. A camisa do jogador marroquino El Aynaoui, de número 24, rasgou durante uma disputa de bola no segundo tempo, exigindo a substituição imediata do uniforme. Este é o terceiro caso de camisa rasgada envolvendo a Puma no torneio, gerando preocupação e questionamentos sobre a qualidade dos materiais.
A cena, que se repete pela terceira vez, aconteceu no Gillette Stadium, em Foxborough (EUA), e chamou a atenção dos espectadores e da imprensa esportiva. A fabricante alemã, uma das principais fornecedoras de material esportivo da Copa, vê sua reputação abalada por esses episódios recorrentes, que fogem do padrão esperado em um evento de tamanha magnitude.
Os incidentes anteriores ocorreram em partidas distintas, mas com o mesmo desfecho: uniformes da Puma se rompendo. O caso mais recente, antes do jogo de Marrocos, foi na partida entre Coreia do Sul e República Tcheca, onde o meio-campista tcheco Pavel ?ulc teve sua camisa rasgada após um puxão. Já o primeiro episódio registrado foi com o zagueiro paraguaio Gustavo Gómez, durante o confronto contra os Estados Unidos. Conforme informação divulgada pela fonte, esses são os únicos casos divulgados até o momento.
Repetição de problemas em campo
A série de camisas rasgadas começou logo em uma das partidas de abertura do Mundial. O zagueiro Gustavo Gómez, que atua pelo Palmeiras e pela seleção paraguaia, teve seu uniforme rompido durante o jogo contra os Estados Unidos. O confronto, que terminou com vitória norte-americana por 4 a 1, foi o palco do primeiro incidente noticiado envolvendo a marca.
Pouco tempo depois, o problema se repetiu. Na partida entre Coreia do Sul e República Tcheca, o meio-campista tcheco Pavel ?ulc precisou trocar de camisa após um puxão de adversário. A imagem do uniforme danificado circulou rapidamente, aumentando a atenção sobre a durabilidade dos produtos da Puma.
O caso mais recente, ocorrido no duelo entre Escócia e Marrocos, consolidou a tendência preocupante. O jogador marroquino El Aynaoui se viu envolvido na disputa de bola que resultou no rasgo de sua camisa, evidenciando que o problema pode não ser isolado e merece atenção da fornecedora.
Puma patrocina diversas seleções na Copa
A Puma é responsável pelo fornecimento de material esportivo para um número considerável de seleções nesta edição da Copa do Mundo. Além de Marrocos, República Tcheca e Paraguai, que já tiveram seus jogadores com camisas rasgadas, a marca também veste seleções como Portugal, Gana, Senegal, Costa do Marfim, Suíça, Nova Zelândia, Áustria e Egito.
A ampla presença da marca no torneio torna os incidentes ainda mais relevantes. A expectativa é que a Puma se pronuncie oficialmente sobre os casos e apresente medidas para garantir a qualidade e a resistência de seus uniformes, especialmente em competições de alto nível como a Copa do Mundo.
Sem retorno da empresa
Até o momento da publicação desta matéria, o Estadão buscou contato com os representantes da Puma no Brasil para obter um posicionamento sobre os incidentes. No entanto, a empresa não respondeu aos contatos. A reportagem se mantém aberta para atualizar o conteúdo caso a Puma venha a se manifestar sobre as camisas rasgadas em jogos da Copa do Mundo.

