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Revisão de benefícios fiscais em 2026, diz Fazenda, Dario Durigan anuncia continuidade após corte linear de 10% em gastos tributários

Fazenda seguirá com revisão de benefícios fiscais em 2026, com foco na redução do gasto tributário após corte linear de 10%, diz secretário-executivo Dario Durigan

O Ministério da Fazenda informou que vai avançar com a política de revisão de benefícios fiscais em 2026, segundo declaração do secretário-executivo Dario Durigan em vídeo gravado para evento do Valor Econômico.

Durigan afirmou que o corte linear de 10% em gastos tributários no fim de 2025 cria espaço para medidas já no ano que vem e para uma revisão mais ampla nos anos seguintes, envolvendo a comissão do Congresso Nacional.

O secretário também citou medidas recentes, como a tributação de bets e a isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil por mês, e é apontado como favorito para substituir Fernando Haddad, conforme informação divulgada pelo Valor Econômico.

O que Durigan disse

“O corte linear nos dá opção tanto para 2026 – com esse corte de 10% -, tanto, a partir dos próximos anos, com a comissão que foi instituída pelo Congresso Nacional, em botar em curso uma revisão do gasto tributário muito mais efetiva, muito mais real”, afirmou o secretário-executivo.

Impacto fiscal e próximos passos

A visão da Fazenda é que o corte linear de 10% oferece alternativas imediatas para 2026, e que a atuação da comissão do Congresso pode tornar a revisão do gasto tributário mais aprofundada e concreta nos anos seguintes.

O governo ainda não detalhou quais benefícios fiscais serão revistos, nem prazos e critérios finais, mas a ênfase é na busca por uma mudança mais efetiva do desenho dos gastos tributários.

Contexto político e econômico

Durigan é visto como favorito para assumir a chefia da pasta após a saída de Fernando Haddad, que deve deixar o cargo nas próximas semanas para participar das eleições de 2026.

Ao comentar o desempenho da economia, o secretário afirmou que, no terceiro governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a economia voltou a crescer e, nas palavras dele, a economia passou a “dar a sua cara”, citando também medidas recentes da Fazenda.