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PSDB rejeita apoio a Celina Leão no 2º turno, libera filiados para voto livre e reforça cobrança por ética e transparência, diz carta assinada por Paula Belmonte

PSDB rejeita apoio a Celina Leão no segundo turno, libera filiados para votar conforme consciência, e reforça compromisso com ética, responsabilidade fiscal e transparência

O PSDB do Distrito Federal anunciou que não fará apoio formal a Celina Leão no segundo turno das eleições para o GDF, mas liberou a atuação individual dos seus filiados.

A decisão foi comunicada em carta assinada por Paula Belmonte, que foi candidata ao governo e obteve 8,51% dos votos válidos no primeiro turno.

O documento afirma princípios como ética, combate à corrupção e responsabilidade fiscal, e ressalta a intenção do partido de fiscalizar o governo eleito, conforme comunicado assinado por Paula Belmonte, presidente da Executiva Regional do PSDB-DF.

Decisão formal e justificativa do PSDB-DF

No texto difundido pelo partido, consta a frase, em termos idênticos, “Por unanimidade, o partido rejeitou a possibilidade de apoiar Celina Leão no segundo turno.” O documento também diz, de forma literal, “Nossos filiados, como cidadãos, preservam sua liberdade de consciência e sua escolha individual.”

Além da rejeição ao apoio, a carta destaca que “Fazer direito é mais importante do que simplesmente dizer que se é de direita.” O PSDB-DF listou princípios que guiam a posição, entre eles ética, honestidade, combate à corrupção, transparência, eficiência do Estado e compromisso social.

Posicionamento de Paula Belmonte e menções ao PT

Paula Belmonte, presidindo a Executiva Regional, aparece no comunicado e em declarações recentes negou apoio ao PT. Em entrevista na véspera do primeiro turno, ela afirmou que “não vota no PT”, e diferiu entre a avaliação de uma pessoa e a posição sobre um partido.

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A candidata ressaltou ter gravado um vídeo ao lado de Erika Kokay, do PT ao Senado, dizendo, em suas palavras, que falou da pessoa e não do partido, e reiterou que nunca votou no PT e não votará no PT.

Impacto político e promessa de fiscalização

Com a decisão de liberar os filiados, o PSDB-DF evita uma orientação partidária única, ao mesmo tempo em que marca distância de apoio explícito a Celina Leão.

O comunicado enfatiza que o partido cumprirá, com independência e rigor, a responsabilidade de fiscalizar o governo que for escolhido pela população, e pede esclarecimentos sobre temas como as operações envolvendo o BRB, cobrando transparência e responsabilidade.

Contexto e reflexos para o segundo turno

O posicionamento do PSDB pode influenciar a dinâmica local, ao dispersar votos de eleitores e filiados que, formalmente, ficaram sem orientação de voto do partido, mas que mantêm liberdade individual.

O documento ressalta também a preocupação com serviços públicos, educação e saúde, e apela para uma capital que una desenvolvimento econômico e responsabilidade social, reafirmando que, segundo o texto, “Princípios e valores não se negociam.”

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